Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional da UTFPR/Câmpus Pato Branco : Processo Seletivo de Doutorado

O Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional da UTFPR/Câmpus Pato Branco inicia o processo seletivo de sua primeira turma de doutorado. As inscrições podem ser feitas até 19 de dezembro pelo site do PPGDR, onde está publicado o Edital de Seleção: http://portal.utfpr.edu.br/cursos/coordenacoes/stricto-sensu/ppgdr

As atividades da nova turma iniciarão no primeiro semestre de 2019.

O edital pode ser lido em sua integridade através do link.

Nota de pesar pelo falecimento de Luís de La Mora

Luis de la Mora, professor do MDU-UFPE, nos deixou esta semana. Pernambucano, nascido no México, chegou ao Recife nos anos 1970. Trabalhou com D. Helder Câmara antes de tornar-se professor. Dedicou-se a vida inteira aos movimentos sociais, tanto na academia, quanto no seu ativismo pessoal. Pessoa generosa, gentil, justa e sábia. Deixa saudades. E discípulos…

XVIII ENANPUR – ADIAMENTO DE PRAZO

COMUNICADO

ADIAMENTO DE PRAZO

Considerando o envolvimento de muitos pesquisadores anpurianos nas eleições e atendendo a infinitos pedidos, o prazo para submissão de ARTIGOS NAS SESSÕES TEMÁTICAS e de submissão de SESSÕES LIVRES, para o XVIII ENANPUR, fica adiado para 21 DE NOVEMBRO DE 2018.

Espalhem a notícia!

Em breve, a informação estará atualizada na página do evento e no APP. Aliás, quem ainda não baixou o APLICATIVO para celular, este está disponível tanto para ANDROID como para IOS.

Márcio Moraes Valença – Coordenador geral

Sara Raquel Fernandes Queiroz de Medeiros – Coordenadora geral adjunta

Maiores informações, assim como as formas para submissão de artigos e Sessões Livres podem ser obtidos no site do evento.

NOTA DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ECONOMIA ECOLÓGICA AOS PRESIDENCIÁVEIS

A Sociedade Brasileira de Economia Ecológica (ECOECO), entidade civil de caráter científico, vem respeitosamente dirigir-se aos ilustres candidatos à Presidência da República Federativa do Brasil, Senhores Fernando Haddad e Jair Messias Bolsonaro, a fim de solicitar-lhes compromisso público com as seguintes pautas, consideradas pela nossa Sociedade como essenciais para a prosperidade sustentável da nação brasileira:

i) Continuidade da participação brasileira no Acordo de Paris e fortalecimento da Política Nacional de Mudanças Climáticas. O Painel Intergovernamental sobre as Mudanças Climáticas (IPCC) divulgou no início de outubro de 2018 um Relatório especial em que: (1) reitera que as atividades humanas – sobretudo a queima de combustíveis fósseis e o desmatamento – já causaram um aquecimento médio global de cerca de 1oC acima do nível pré-industrial; (2) afirma que esse aquecimento deve prosseguir, atingindo 1,5oC entre 2030 e 2052, se as emissões de CO2 não forem forte e imediatamente reduzidas; (3) calcula que, para se evitar tal nível de aquecimento global, as emissões líquidas de CO2 (emissões menos sua absorção pela biomassa e por outros mecanismos) decorrentes das atividades humanas devem cair para cerca de 18 bilhões de toneladas já nos próximos 12 anos, e devem estar zeradas até 2050, mantendo-se zeradas a partir de então;

ii) Estímulos consistentes e contínuos para o aumento da participação das fontes eólica e solar na matriz energética brasileira;

iii) Garantia da solidez institucional dos órgãos ambientais e manutenção do Ministério do Meio Ambiente;

iv) Defesa inegociável da preservação e recomposição da cobertura vegetal dos biomas brasileiros e proteção dos grupos sociais que neles habitam. A FAO afirma: “Não podemos viver sem florestas”. Teremos, de fato, um mundo muito mais quente e mais seco sem elas. A manutenção das florestas e o reflorestamento são fatores cruciais na agenda de mitigação necessária para manter o aquecimento abaixo de níveis catastróficos. Salvar as florestas do mundo todo e em especial a Floresta Amazônica, a maior floresta tropical do mundo, é ao menos tão importante para o Brasil e para o mundo quanto a descontinuação dos combustíveis fósseis. Florestas são imprescindíveis para a manutenção da biodiversidade, para manter as chuvas, para a agricultura, para a reprodução social de vários grupos e, notadamente, para a regulação do ciclo do carbono;

v) Obediência estrita ao Estado Democrático de Direito.

A ECOECO repudia qualquer forma de violência, seja ela concreta ou simbólica, verbal e/ou física. Nossa Sociedade coloca-se, ainda, frontalmente contra todo tipo de ataque aos valores republicanos e às distintas formas de discriminação e preconceito que envilecem a convivência harmoniosa em nosso rico e diverso Brasil.

Campinas-SP, 19 de outubro de 2018

Prof. Daniel Caixeta Andrade
Presidente ECOECO (2018-2019)

Prof. Clóvis de Vasconcelos Cavalcanti
Presidente de Honra ECOECO

A nota pode ser lida no link a seguir.

Diretoria da ANPUR extremamente preocupada com os atos criminosos de intolerância e ódio

A Diretoria da ANPUR extremamente preocupada com os atos criminosos de intolerância e ódio que vem sendo propagados no interior de várias universidades brasileiras, resolveu expedir ofício aos Reitores da UnB, Unicamp, UFU e USP cobrando ações no sentido de investigar e punir tais atos.

Ofício enviado à Reitora da UnB

Ofício enviado ao Reitor da UFU

Ofício enviado ao Reitor da USP

Ofício enviado ao Reitor da Unicamp

Nota Pública do Sistema de Museus, Acervos e Patrimônio Cultural – 10/09/2018

Em reunião do Sistema de Museus, Acervos e Patrimônio Cultural, órgão ligado ao Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro, consagrada à elaboração do Orçamento 2019, dirigentes de museus e espaços de ciência, assim como Diretores de Faculdades e Institutos com sede em prédios tombados resolveram dirigir-se à comunidade universitária e à sociedade em geral para os esclarecimentos que seguem.

1. A UFRJ é detentora e responsável por extraordinário patrimônio cultural, em que se destacam, além do prédio que abrigou o Museu Nacional, 13 prédios tombados – seja pelo IPHAN, INEPAC ou IRPH, seja por mais de um desses órgãos de tutela.

2. Também integram este patrimônio, além do Museu Nacional, mais 15 outros museus e espaços de ciência, nas mais diversas áreas de conhecimento, como, por exemplo: Museu D. João VI (Escola de Belas Artes), Museu da Geodiversidade (Instituto de Geociências), Museu da Escola Politécnica, Casa da Ciência, Espaço Memorial Carlos Chagas Filho (Instituto de Biofísica), Observatório de Valongo, etc.

3. O Sistema de Informação e Bibliotecas (SiBI) integra e coordena 50 bibliotecas, muitas das quais concentram ricas coleções de obras raras, que vão do campo das Belas Artes à Medicina e Engenharia, que preservam e contam a história da educação, da ciência, da cultura e da arte, nacionais e internacionais.

4. Esse patrimônio, os acervos e coleções, os museus e espaços de ciência são parte integrante da vida universitária, das atividades regulares de ensino, pesquisa, extensão e difusão científico-cultural, que atendem tantos a estudantes e pesquisadores nacionais e estrangeiros, quanto às crianças e jovens de nossas escolas de ensino fundamental.

5. Por isso mesmo, tal patrimônio é inseparável da Universidade e está diretamente engajado no cumprimento de seus objetivos e compromissos, sem falar em suas obrigações constitucionais. Por sua dimensão, riqueza, diversidade e abrangência, é patrimônio também da cidade, do estado, da nação, em síntese, do povo brasileiro… para quem educação, ciência e cultura constituem bens públicos, e não mercadorias.

6. Nesse momento, a comunidade universitária, ainda traumatizada pela perda incomensurável decorrente do incêndio de nosso maior, mais antigo e mais importante Museu, só pode lamentar que tenham sido desprezados ao longo dos anos nossos incessantes reclamos por recursos adequados, encaminhados à União, através do Ministério da Educação, do Ministério da Cultura e do Ministério da Ciência e Tecnologia (agora Ministério da Comunicação, Ciência, Tecnologia e Inovação).

7. Tão ou mais grave quanto a omissão das autoridades federais ao longo dos anos que se passaram é a tentativa de esconder sua (ir)responsabilidade, buscando culpar e criminalizar justamente aqueles que, diuturnamente, têm lutado para tentar impedir que a memória da nação, de sua cultura e ciência virem pó. Aos atuais e antigos diretores do Museu Nacional, ao atual e aos antigos reitores da UFRJ, todos escolhidos pela nossa comunidade de forma democrática, reafirmamos nossa convicção e fé de que honraram e continuam honrando a confiança neles depositada pela comunidade universitária e pela sociedade brasileira.

A nota pode ser obtida em formato PDF através deste link.