O Programa de Pós-graduação em Geografia da UFPEL divulga Edital para Professor Visitante

O Programa de Pós-graduação em Geografia da UFPEL conta com uma vaga destinada a uma das seguintes situações:

a) Professor Visitante 1: para portadores de título de Doutor, com o mínimo de 10 (dez) anos de comprovada experiência acadêmica, científica ou técnico-profissional contados a partir da data da titulação em referência, com regime de trabalho de 40 horas com remuneração equivalente a Nível E em consonância com o Art. 4º § 2º da Orientação Normativa SRH/MP Nº 5, de 28 de outubro de 2009.

b) Professor Visitante 2: para portadores do título de Doutor, com até 05 (cinco) anos de comprovada experiência acadêmica, científica ou técnico-profissional, contadas a partir da data da titulação em referência, com regime de trabalho de 40 horas com remuneração equivalente à de professor Nível D1 em consonância com o Art. 4º § 2º da Orientação Normativa SRH/MP Nº 5, de 28 de outubro de 2009.

c) Professores Estrangeiros com título de Doutor e comprovada experiência acadêmica, científica ou técnicoprofissional, com regime de trabalho de 40 horas com remuneração equivalente a Nível E em consonância com o Art. 4º § 2º da Orientação Normativa SRH/MP Nº 5, de 28 de outubro de 2009.

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Núcleo DOCOMOMO do Ceará lança a “Carta de Fortaleza: Direito à Arquitetura Moderna”

O Núcleo DOCOMOMO Ceará, chancelado pelo Departamento de Arquitetura e Urbanismo (DAU) e o Programa de Pós Graduação em Arquitetura e Urbanismo e Design (PPGAU+D) da Universidade Federal do Ceará (UFC) realizou o 1° DOCOMOMO|CE – Seminário de Documentação e Conservação do Movimento Moderno no Ceará – na cidade de Fortaleza, de 27 de fevereiro a 01 de março de 2018 com a temática “Intervenção e Preservação da Arquitetura Moderna no Ceará: ações e desafios”. Nesse seminário o Núcleo promulgou a “Carta de Fortaleza: Direito à Arquitetura Moderna”.

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A Diretoria da ANPUR apoia as manifestações de indignação do IPPUR/UFRJ pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Pedro Gomes

Os servidores do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional vêm a público juntar-se ao pesar dos familiares, amigos, assessores e dirigentes partidários do PSOL/RJ pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Pedro Gomes, na noite dessa quarta-feira, dia 14 de março de 2018. Esse terrível atentado que ceifou duas vidas, cometido contra uma mulher negra, mãe e lésbica, eleita vereadora no Rio de Janeiro para ampliar as vozes dos que lutam contra toda sorte de violações e preconceitos, é um atentado contra o sonho de um país justo, igualitário, democrático. A dor e a indignação diante desse atentado inadmissível, no momento em que o Estado do Rio de Janeiro é tornado objeto de uma intervenção federal sob o argumento do combate ao crime, não podem, contudo, fazer com que o significado público dessa execução suplante a dimensão humana que o crime despreza. O desprezo pela vida não pode continuar sendo a norma inconfessa de ações policiais legitimadas por eventuais condescendência do judiciário. Que as autoridades instituídas deem provas de que o Estado brasileiro é um Estado Democrático de Direito, onde a mera possibilidade de intimidação de qualquer natureza seja não somente observada mas inadmissível. Que a dimensão humana desse crime claramente político prepondere e encha de indignação todos os que entendem que cidadania plena é a que defende a vida e, com ela, a possibilidade do exercício pleno da política e da cidadania. Que transformemos nosso luto em nossa luta.

Manifesto da Diretoria da ANPUR contra os atos de autoridades públicas que atentam contra a liberdade de manifestação do pensamento e da Pesquisa Científica

A Diretoria da ANPUR vem por meio desta apoiar e subscrever os manifestos da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (clique no link) e da Associação Brasileira  de Antropologia (clique no link) contra a acusação policial que pesa sobre o Professor Emérito da UNIFESP, Elisaldo Carlini, de “apologia ao crime” por realizar pesquisas sobre a cannabis sativa e a Nota do MEC que criminaliza a disciplina “O Golpe de 2016 e o Futuro da Democracia no Brasil“ do Professor Titular da UnB, Luis Felipe Miguel . A Diretoria da ANPUR vê com muita preocupação os ataques que as Instituições de Ensino Superior no Brasil vêm sofrendo por parte de autoridades públicas autoritárias, que atentam contra à liberdade da Pesquisa Científica e o Estado Democrático de Direito, em flagrante descumprimento ao inciso IV do Art. 5o da Constituição Federal de 1988 que assegura a todo o cidadão brasileiro a liberdade de manifestação do pensamento.

ANPUR e ANPARQ enviam ofício conjunto ao Sr. Presidente da CAPES acerca da escolha do novo Coordenador da Área AUD

A Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional (ANPUR) e a Associação de Pesquisa e Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo (ANPARQ) enviaram ao Presidente da CAPES, prof. dr. Abílio Baeta, ofício conjunto visando subsidiar a seleção em andamento e consequentemente contribuir para a orientação e avaliação dos programas de pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo no país.

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Moção dos Programas de Pós-Graduação abaixo-assinados acerca do processo de Avaliação Quadrienal da CAPES da Área de Arquitetura, Urbanismo e Design

Os Programas de Pós-Graduação abaixo assinados vêm publicamente manifestar estranheza ao modo como as comissões de avaliação e de reconsideração, assim como o Conselho Técnico Científico da Educação Superior (CTC-ES), conduziram a Avaliação Quadrienal 2017 da CAPES no que toca à Área de Arquitetura Urbanismo e Design. Nesta área, o processo de avaliação foi eivado de conflitos e problemas, como ilustram, de modo eloquente, os recursos à primeira fase da avaliação inicial encaminhados por 22 dos seus programas, entre os quais se incluem mais da metade (51,6 %) dos programas acadêmicos da subárea Arquitetura e Urbanismo.

A Avaliação Quadrienal 2017 da área de AUD feriu inúmeros critérios e recomendações da Portaria Nº 59 da Capes, de 21 de março de 2017, que regulamenta esta avaliação, especialmente no que concerne aos seus objetivos e princípios; às composições das comissões de avaliação e reconsideração e à ausência de análise integrada dos componentes que refletem a qualidade e o desempenho de cada Programa como um todo. Isto resultou numa classificação geral que não espelha os diferentes níveis de qualidade da maioria dos programas da área.

A composição da comissão de reconsideração não seguiu todos os critérios e exigências do Regulamento para a Avaliação Quadrienal 2017 (Portaria Nº 59, de 21 de março de 2017), e em particular no que concerne o equilíbrio na distribuição regional e a distribuição da representação entre instituições. Todos os membros desta Comissão pertencem a programas localizados nas regiões Sul e Sudeste. Não houve tampouco, no que diz respeito à subárea Arquitetura e Urbanismo, uma distribuição equitativa entre membros de instituições públicas, que representam os programas mais consolidados da área e que estavam em minoria na comissão, e instituições privadas. Por fim, todos os membros da comissão de reconsideração pertencem a programas que tiveram suas notas aumentadas na primeira etapa da Avaliação Quadrienal 2017.

Os signatários desta moção entendem que os processos de avaliação e de reconsideração conduzidos pela Área de Arquitetura Urbanismo e Design em 2017 fragilizaram grandemente o sistema de avaliação da CAPES, gerando insegurança, incerteza e falta de confiança dos programas de pós-graduação na Avaliação. Tal fato macula a credibilidade do próprio sistema, somente reversível com a correta e justa avaliação neste grau de recurso. Manifestam, portanto, seu apoio aos programas que estão encaminhando recursos à presidência da CAPES.

Reiteram a importância das Universidades Públicas no processo histórico de construção da Pós-Graduação no Brasil, bem como o seu papel fundamental na condução atual e futura na formação de alto nível e na produção de conhecimento no país.

Ressaltam, ainda, a necessidade absoluta de renovação completa da coordenação da área, bem como a separação definitiva da área de Arquitetura e Urbanismo da área do Design. Ambos expressos em Oficio da Presidência da ANPARQ – Associação Nacional de Pesquisa e Pós graduação em Arquitetura, enviado à Presidência da CAPES, e referendado pela Assembleia Geral da ANPARQ, ocorrida em 05/12/2017 na cidade de Porto Alegre.

15 de janeiro de 2018

Andréa da Rosa Sampaio
Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal Fluminense – PPGAU/UFF

Cibele Saliba Rizek
Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo – IAU/USP

Cláudia Piantá Costa Cabral
Programa de Pesquisa e Pós-Graduação em Arquitetura – UFRGS

Cristovão Fernandes Duarte
Mestrado Profissional em Arquitetura Paisagística – PROURB/UFRJ

Eliane Ribeiro de Almeida da Silva Bessa
Programa de Pós-graduação em Urbanismo (PROURB) -UFRJ

Eugênio Fernandes Queiroga
Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da FAU-USP

Marcia Genésia de Sant’Anna
Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo – UFBA

Marcos Thadeu Q. Magalhães
Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo – PPGFAU/UnB

Rodrigo Espinha Baeta
Mestrado Profissional em Conservação e Restauração de Monumentos e Núcleos Históricos – MP-CECRE/UFBA

Silke Kapp
Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo (NPGAU)/UFMG

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