Br Cidades ganha prêmio Urbanidade da APCA

A APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte conferiu o Prêmio APCA 2018 na Categoria “Urbanidade” ao Coletivo Br Cidades, representado pelos colegas Ermínia Maricato, Karina Leitão, Paolo Colosso, Carina Serra, João Sette Whitaker, Margaterh Uemura, Lizete Rubano e Celso Carvalho. A Diretoria da ANPUR parabeniza o grupo, cujo trabalho militante na área do planejamento urbano vem sendo cada vez mais reconhecido.

II Seminário Nacional de Educação e Desenvolvimento Regional

Entre os dias 16 e 19 de julho de 2019, o Programa de Mestrado em Desenvolvimento Regional, da Universidade do Contestado, localizada em Canoinhas/SC, realizará o II Seminário Nacional de Educação e Desenvolvimento Regional.

Eixos temáticos para submissão de trabalhos;
Eixo I – Educação e desenvolvimento regional
Eixo II – Políticas educacionais e desenvolvimento regional
Eixo III – Práticas inovadoras em educação e desenvolvimento regional

Inscrições gratuitas acesse o link.
até dia 30 de Junho
Inscrições de trabalhos até 15 de Junho

XVIII Encontro Nacional da ANPUR

De 27 a 31 de maio ocorreu no Centro de Convenções do Praiamar Hotel na cidade de Natal, RN o XVIII Encontro Nacional da ANPUR. Com cerca de 1.700 inscritos, com mais de uma centena de atividades programadas, entre oficinas, mesas redondas, sessões especiais, livres e temáticas, premiações, lançamento de livros e eventos paralelos.

O evento foi um sucesso, destacando-se a Conferência de Abertura “Desvitalização democrática e ressentimento político na Europa” (clicar no link) proferida pelo professor João Ferrão da Universidade de Lisboa e a Mesa de Encerramento “Tempos em/de Transformação – Utopias” (tema do evento) com os professores Márcio Moraes Valença (UFRN), Sara Raquel Fernandes Queiroz de Medeiros (UFRN), Carlos Bernardo Vainer (UFRJ), Raquel Rolnik (USP) e Ermínia Maricato – BRCidades.

Na abertura do evento, o professor Eduardo Nobre (presidente da ANPUR) proferiu o discurso anexo (clicar no link)

XVIII Seminário de Diamantina: Prorrogação de data de submissão

A data de submissão de artigos para o XVIII Seminário de Diamantina foi prorrogada para 23h59 do dia 22/05/2019.

O seminário ocorrerá na cidade de Diamantina(MG), entre 19 e 23 de agosto de 2019. Originalmente criado para refletir sobre Minas Gerais, o evento, realizado pela primeira vez em 1982 se ampliou para o âmbito nacional e internacional o escopo de suas discussões. Este ano, após as tragédias ocorridas em Mariana e em Brumadinho, o tema da crise da mineração em Minas Gerais e no Brasil será objeto de profunda reflexão.

Assim, nesta 18ª edição, é em torno do tema da crise da mineração que o seminário também pretende motivar reflexão crítica sobre aspectos centrais da superposição de crises, que se abatem hoje a realidade mineira e brasileira. Destacam-se a profunda crise do estado de Minas Gerais e do país, assim como profunda crise internacional, a um tempo, econômica, política, ambiental, geopolítica, humanitária, que se reflete em aprofundamento das desigualdades sociais, em desemprego e precarização do trabalho, em crise ambiental, em crise humanitária sob a forma de migrações forçadas, de intensos fluxos de refugiados, de violência e intolerância, que ameaçam a democracia e a paz.

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II CILITUR: Chamada de Trabalhos

O Programa de Pós-graduação em Desenvolvimento Urbano – MDU e o Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) sediarão o II CILITUR – COLÓQUIO NACIONAL SOBRE CIDADES LITORÂNEAS E TURISMO, com o tema “Turismo e desenvolvimento desigual no litoral brasileiro”, no Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA) – Campus Recife, entre os dias 11 e 13 de novembro de 2019.

TEMÁTICA

A inserção da atividade turística como paradigma de desenvolvimento econômico prevalece desde o século XX como uma prerrogativa dos Estados, que têm implementado políticas públicas, ações e intervenções no território a fim de promover o turismo, em conjunto com as empresas e a complexa cadeia produtiva do mercado turístico. No caso brasileiro, notadamente ao longo de toda a sua extensa faixa litorânea, verifica-se que as transformações suscitadas para permitir os fluxos turísticos de pessoas e capitais em um território marcado por processos pretéritos de urbanização desigual e dependente, acabam por exacerbar a fragmentação, a apropriação seletiva do ambiente natural e construído e, consequentemente, a segregação socioespacial.

Ademais, em um contexto global de supostas crises do capital, conflitos políticos-ideológicos, acirramento de desigualdades históricas e o surgimento de outras, incrementadas pelas inovações tecnológicas e digitais, bem como ações de resistência e participação de vários agentes, verifica-se um campo vasto de discussões sobre os processos, conflitos e contradições do desenvolvimento desigual na produção e consumo do espaço no litoral brasileiro na atualidade.

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